quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Chegamos ao fim

Olá pessoal . Bom eu vou dar a infeliz notícia que essa vai ser a última postagem do blog .Para as pessoas que alconpanham eu peço desculpas mais esse blog foi um trabalho do ano que eu achei muito legal . Eu não sei mais talvez eu crie um outro blog só que de outras coisas . Então foi para falar isso mesmo  
um abraço para vocês e até 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Visita virtual museu Guimarães Rosa

         

O Museu Casa Guimarães Rosa (MCGR), unidade vinculada à Superintendência de Museus do Estado de Minas, foi criado através da Lei nº 5775 de 30 de setembro de 1971. Sua criação foi idealizada no contexto de dois fatos distintos: o inesperado falecimento de Guimarães Rosa em novembro de 1967 e a criação do IEPHA, que materializava o sonho preservacionista, vigente à época, no âmbito do Estado. Foi inaugurado em 30 de março de 1974, na casa onde nasceu o escritor e passou sua infância em Cordisburgo, cenário de experiências que irão servir da matéria-prima para a sua obra. 

Concebido como centro de referência da vida e obra do escritor, o Museu preserva um acervo de vários objetos, composto de registros de sua vida profissional como médico e diplomata, objetos de uso pessoal, vestuário, utensílios domésticos, mobiliário e fragmentos do universo rural descrito por Rosa, a exemplo de objetos de montaria e relacionados à atividade pecuária. Também está sob a guarda do Museu uma coleção de cerca de 700 documentos textuais entre os quais merecem referência os registros de caráter pessoal (certidões, correspondência recebida e emitida, documentos escolares), discursos, artigos em periódicos e originais manuscritos ou datilografados, a exemplo de “Tutaméia”, sua última obra publicada.

O Museu Casa Guimarães Rosa constitui hoje, referência importante para o turismo em Minas, integrando o roteiro tradicional de visitas à Gruta do Maquiné e arredores. Mas, para além desse turismo convencional, responsável por expressivo número de visitantes, o Museu vem se firmando, desde a década de 1980, como centro de atração de pesquisadores nacionais e internacionais, interessados em conhecer o seu acervo museológico, bem como o patrimônio cultural e ambiental disperso nas áreas urbana e rural do município de Cordisburgo, paisagem que deixou marcas indeléveis expressas na obra do escritor. Concomitante a esse crescente interesse de estudiosos e leitores de Rosa, as relações entre o Museu e a comunidade local tornaram-se significamente estreitas, graças a uma programação de ação cultural, que têm promovido experiências contínuas de apropriação pelo público da obra poética do escritor.

No elenco de atividades de ação cultural, desenvolvidas pelo Museu e AAMCGR – Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa, a formação e manutenção do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim pode ser considerado o projeto de maior alcance sóciocultural. Atualmente são cerca de 52 jovens, entre 11 e 18 anos, que recebem formação permanente em técnicas de narração de estórias e sobre a vida e obra de Guimarães Rosa, apresentando um repertório rico. São eles quem apresentam o museu na visita virtual, assim como na presencial. Também foi criado o Grupo da Terceira Idade “Estrelas do Sertão” formado por mulheres que se reúnem para conversar, trocar receitas, fazer ginástica, cantar e bordar. Esse trabalho se aproxima da obra de Rosa de uma maneira simples e afetuosa, como, por exemplo, quando uma colcha é bordada com frases e imagens extraídas dos textos, da vida e do imaginário das pessoas.

Movimento armorial

           


    

O Movimento Armorial surgiu sob a inspiração e direção de Ariano Suassuna, com a colaboração de um grupo de artistas e escritores da região Nordeste do Brasil e o apoio do Departamento de Extensão Cultural da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários da Universidade Federal de Pernambuco.

Teve início no âmbito universitário, mas ganhou apoio oficial da Prefeitura do Recife e da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.

Foi lançado oficialmente, no Recife, no dia 18 de outubro de 1970, com a realização de um concerto e uma exposição de artes plásticas realizados no Pátio de São Pedro, no centro da cidade.

Seu objetivo foi o de valorizar a cultura popular do Nordeste brasileiro, pretendendo realizar uma arte brasileira erudita a partir das raízes populares da cultura do País.

Segundo Suassuna, sendo "armorial" o conjunto de insígnias, brasões, estandartes e bandeiras de um povo, a heráldica é uma arte muito mais popular do que qualquer coisa. Desse modo, o nome adotado significou o desejo de ligação com essas heráldicas raízes culturais brasileiras.
   

Guimarães Rosa

  

   Guimarães Rosa (1908-1967) foi escritor brasileiro. Foi também médico e diplomata. Sua principal obra, Grandes Sertões Veredas, é considerada uma obra prima da literatura brasileira.


Guimarães Rosa nasceu na cidade de Cordisburgo, Minas Gerais. Formou-se médico em 1930, exerceu a medicina no 9º Batalhão de Infantaria em Barbacena. Foi diplomata entre os anos de 1938 e 1944. Poliglota, falava mais de nove idiomas.

Seus primeiros trabalhos como escritor foram contos, publicados na revista O Cruzeiro, em 1929. A partir de então, vieram livros de coletânea de contos e seu único romance, Grande Sertão: Veredas.

Suas principais obras são: Sagarana (1946); Corpo de Baile, novela (1956); Grande Sertão: Veredas, romance (1956); Primeiras Estórias, contos (1962); Tataméia – Terceiras Estórias (1967); Estas Estórias, contos (1969); Ave Palavra (1970).

Foi em "Grande Sertão: Veredas" que Guimarães aplicou todo o seu extenso conhecimento linguístico, pois o livro é conhecido por sua linguagem inovadora, trazendo vocábulos antigos, misturados com expressões regionais e com a criação de neologismos.

Em 1963 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, mas a sua cerimônia de posse foi adiada por 4 anos. Finalmente, em 1967, Guimarães Rosa tomou posse. Três dias depois, no dia 19 de novembro de 1967, faleceu de infarto, no Rio de Janeiro.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Um dos animais em risco de extinção

   
Atualmente, todas as 17 espécies de pinguins estão protegidas legalmente contra a caça e a coleta de ovos. No entanto, algumas espécies ainda correm risco de extinção. O pinguim de Humboldt está ameaçado e o pinguim africano está quase entrando na lista das espécies ameaçadas, segundo a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES).

O pinguim-de-olho-amarelo é outro que teve sua população consideravelmente reduzida, cerca de 40% nos últimos 40 anos, e atualmente é o pinguim mais raro do mundo (existem menos de dois mil casais da espécie). O pinguim de Galápagos também corre perigo: sua população diminuiu 50% nos últimos 34 anos, segundo a União para Conservação Mundial (IUCN).

Por séculos, o homem tem sido responsável pela diminuição da população de pinguins. Durante muito tempo eles foram caçados para alimentação ou produção de artigos derivados, como óleo de pinguim e fertilizantes. Ainda hoje, em algumas ilhas do Oceano Índico, pescadores utilizam carne de pinguim como isca.