quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Gruta do Maquine

.A Gruta Rei do Mato fica a 62 quilômetros de Belo Horizonte (MG), pela BR-040, junto ao trevo de acesso a Sete Lagoas. É a segunda mais visitada no Estado de Minas Gerais. Possui 998 metros de extensão, mas apenas 220 metros deles estão abertos à visitação pública. Espeleotemas bastante incomuns e de extraordinária beleza são os destaques do passeio. O quarto e último salão, denominado Salão das Raridades, se encontram duas colunas de cristal de calcita, perfeitamente simétricas, com cerca de 12 metros de altura e 25 centímetros de diâmetro. Segundo os geólogos, raridade pura.

Na Grutinha, além de pinturas rupestres, feitas com sangue e gordura vegetal, foram encontradas soterradas, ferramentas indígenas petrificadas, em perfeito estado. Nela encontra-se, ainda, uma réplica, em resina, do Xenorhinotherium bahiensis - a macraoquemia - animal herbívoro que habitou Minas, Bahia e sul de São Paulo, há cerca de seis mil anos.
O nome do local, se deve ao fato de ter sido ela habitada por um homem de identidade ignorada, possivelmente fugitivo da Revolução de 1930, que foi chamado de "Rei do Mato".

 Gruta de Maquiné possui este nome em homenagem ao fazendeiro Joaquim Maria Maquiné, que a descobriu em 1825. Mal sabia ele que estava descobrindo uma das mais belas e ricas fontes da espeleologia brasileira. Poucos anos após, em 1835, uma exploração científica feita pelo dinamarquês Peter Lund mapeou os sete salões da gruta, com suas formas arquitetônicas esculpidas pela água, durante milênios. 

Quem a visita se encanta com sua beleza natural. Localizada na cidade de Cordisburgo, a 120 km de Belo Horizonte, a Gruta do Maquiné se tornou ponto turístico da terra do escritor Guimarães Rosa por abrigar, ao longo de 650 metros, belas esculturas naturais e estalactites de diversas formas no teto da caverna. A área aberta para os visitantes, com aproximadamente 400 metros de extensão, é estrategicamente iluminada para realçar as figuras desenhadas pelo tempo. O passeio pela gruta é feito por seguras passarelas e é acompanhado por um guia local. 
No Salão do Urso ou do Elefante, por exemplo, um grande cogumelo lembra o formato da explosão de uma bomba atômica. Já na Galeria das Fadas, é possível encontrar cristais brilhantes, parecidos com franjas, grinaldas e lustres

La na Gruta do Maquine  agente passio muito e conhecemos um cachorro maravilho e super legal que siguiu agente aonde agente  quissese e inacreditavel super interessande voces tem que conhecer la vale a pena 

                                                    mapa


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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Chegamos ao fim

Olá pessoal . Bom eu vou dar a infeliz notícia que essa vai ser a última postagem do blog .Para as pessoas que alconpanham eu peço desculpas mais esse blog foi um trabalho do ano que eu achei muito legal . Eu não sei mais talvez eu crie um outro blog só que de outras coisas . Então foi para falar isso mesmo  
um abraço para vocês e até 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Visita virtual museu Guimarães Rosa

         

O Museu Casa Guimarães Rosa (MCGR), unidade vinculada à Superintendência de Museus do Estado de Minas, foi criado através da Lei nº 5775 de 30 de setembro de 1971. Sua criação foi idealizada no contexto de dois fatos distintos: o inesperado falecimento de Guimarães Rosa em novembro de 1967 e a criação do IEPHA, que materializava o sonho preservacionista, vigente à época, no âmbito do Estado. Foi inaugurado em 30 de março de 1974, na casa onde nasceu o escritor e passou sua infância em Cordisburgo, cenário de experiências que irão servir da matéria-prima para a sua obra. 

Concebido como centro de referência da vida e obra do escritor, o Museu preserva um acervo de vários objetos, composto de registros de sua vida profissional como médico e diplomata, objetos de uso pessoal, vestuário, utensílios domésticos, mobiliário e fragmentos do universo rural descrito por Rosa, a exemplo de objetos de montaria e relacionados à atividade pecuária. Também está sob a guarda do Museu uma coleção de cerca de 700 documentos textuais entre os quais merecem referência os registros de caráter pessoal (certidões, correspondência recebida e emitida, documentos escolares), discursos, artigos em periódicos e originais manuscritos ou datilografados, a exemplo de “Tutaméia”, sua última obra publicada.

O Museu Casa Guimarães Rosa constitui hoje, referência importante para o turismo em Minas, integrando o roteiro tradicional de visitas à Gruta do Maquiné e arredores. Mas, para além desse turismo convencional, responsável por expressivo número de visitantes, o Museu vem se firmando, desde a década de 1980, como centro de atração de pesquisadores nacionais e internacionais, interessados em conhecer o seu acervo museológico, bem como o patrimônio cultural e ambiental disperso nas áreas urbana e rural do município de Cordisburgo, paisagem que deixou marcas indeléveis expressas na obra do escritor. Concomitante a esse crescente interesse de estudiosos e leitores de Rosa, as relações entre o Museu e a comunidade local tornaram-se significamente estreitas, graças a uma programação de ação cultural, que têm promovido experiências contínuas de apropriação pelo público da obra poética do escritor.

No elenco de atividades de ação cultural, desenvolvidas pelo Museu e AAMCGR – Associação dos Amigos do Museu Casa Guimarães Rosa, a formação e manutenção do Grupo de Contadores de Estórias Miguilim pode ser considerado o projeto de maior alcance sóciocultural. Atualmente são cerca de 52 jovens, entre 11 e 18 anos, que recebem formação permanente em técnicas de narração de estórias e sobre a vida e obra de Guimarães Rosa, apresentando um repertório rico. São eles quem apresentam o museu na visita virtual, assim como na presencial. Também foi criado o Grupo da Terceira Idade “Estrelas do Sertão” formado por mulheres que se reúnem para conversar, trocar receitas, fazer ginástica, cantar e bordar. Esse trabalho se aproxima da obra de Rosa de uma maneira simples e afetuosa, como, por exemplo, quando uma colcha é bordada com frases e imagens extraídas dos textos, da vida e do imaginário das pessoas.

Movimento armorial

           


    

O Movimento Armorial surgiu sob a inspiração e direção de Ariano Suassuna, com a colaboração de um grupo de artistas e escritores da região Nordeste do Brasil e o apoio do Departamento de Extensão Cultural da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários da Universidade Federal de Pernambuco.

Teve início no âmbito universitário, mas ganhou apoio oficial da Prefeitura do Recife e da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.

Foi lançado oficialmente, no Recife, no dia 18 de outubro de 1970, com a realização de um concerto e uma exposição de artes plásticas realizados no Pátio de São Pedro, no centro da cidade.

Seu objetivo foi o de valorizar a cultura popular do Nordeste brasileiro, pretendendo realizar uma arte brasileira erudita a partir das raízes populares da cultura do País.

Segundo Suassuna, sendo "armorial" o conjunto de insígnias, brasões, estandartes e bandeiras de um povo, a heráldica é uma arte muito mais popular do que qualquer coisa. Desse modo, o nome adotado significou o desejo de ligação com essas heráldicas raízes culturais brasileiras.
   

Guimarães Rosa

  

   Guimarães Rosa (1908-1967) foi escritor brasileiro. Foi também médico e diplomata. Sua principal obra, Grandes Sertões Veredas, é considerada uma obra prima da literatura brasileira.


Guimarães Rosa nasceu na cidade de Cordisburgo, Minas Gerais. Formou-se médico em 1930, exerceu a medicina no 9º Batalhão de Infantaria em Barbacena. Foi diplomata entre os anos de 1938 e 1944. Poliglota, falava mais de nove idiomas.

Seus primeiros trabalhos como escritor foram contos, publicados na revista O Cruzeiro, em 1929. A partir de então, vieram livros de coletânea de contos e seu único romance, Grande Sertão: Veredas.

Suas principais obras são: Sagarana (1946); Corpo de Baile, novela (1956); Grande Sertão: Veredas, romance (1956); Primeiras Estórias, contos (1962); Tataméia – Terceiras Estórias (1967); Estas Estórias, contos (1969); Ave Palavra (1970).

Foi em "Grande Sertão: Veredas" que Guimarães aplicou todo o seu extenso conhecimento linguístico, pois o livro é conhecido por sua linguagem inovadora, trazendo vocábulos antigos, misturados com expressões regionais e com a criação de neologismos.

Em 1963 foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, mas a sua cerimônia de posse foi adiada por 4 anos. Finalmente, em 1967, Guimarães Rosa tomou posse. Três dias depois, no dia 19 de novembro de 1967, faleceu de infarto, no Rio de Janeiro.


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Um dos animais em risco de extinção

   
Atualmente, todas as 17 espécies de pinguins estão protegidas legalmente contra a caça e a coleta de ovos. No entanto, algumas espécies ainda correm risco de extinção. O pinguim de Humboldt está ameaçado e o pinguim africano está quase entrando na lista das espécies ameaçadas, segundo a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e da Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (CITES).

O pinguim-de-olho-amarelo é outro que teve sua população consideravelmente reduzida, cerca de 40% nos últimos 40 anos, e atualmente é o pinguim mais raro do mundo (existem menos de dois mil casais da espécie). O pinguim de Galápagos também corre perigo: sua população diminuiu 50% nos últimos 34 anos, segundo a União para Conservação Mundial (IUCN).

Por séculos, o homem tem sido responsável pela diminuição da população de pinguins. Durante muito tempo eles foram caçados para alimentação ou produção de artigos derivados, como óleo de pinguim e fertilizantes. Ainda hoje, em algumas ilhas do Oceano Índico, pescadores utilizam carne de pinguim como isca.


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

cartão postal de minha visita imaginaria na caverna da França

                                                    
Eu vou mandar um cartão postal para a minha família da caverna



                                                   Cartão postal 

A minha família
Endereço: alameda do ingá 685
Remetente: Maria Eduarda

Olá família, aqui está tudo lindo!
Vi várias pinturas que foram feitas por crianças bem pequenas, essa caverna é demais!
Caverna dos cem mamutes,  com cerca de 13.000 anos atrás. Só faltou vocês!
Saudades! Bjs!